04 novembro 2011

Morte e Vida


A morte torna-se tão certa
Quanto a vida o é
Pois é nascendo que se morre
E tudo mais é uma questão de Fé.
Pois assim sendo, como viver
Se vivendo é morrer
E tudo o mais nem sequer é.
A real(idade) é real (in)conforme a idade
Quanto mais longe da vida
Mais amar(rada) a liberdade
Menos te resta a ti ó escravo
Para com Fé morreres em Verdade.
Não ouses pensar que és livre
Verdadeira utopia
Nasces, vives e morres
Por um  passe de magia
Nem tu nem eu saberemos
Distinguir, qual a noite, qual o dia
Em que és impelido a viver
O inicio de  morte escorregando a vida
Como que por almotolia
talvez para dar lugar
a um novo (re)nascer.

3 comentários:

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Arrobamiga

Mais um belíssimo poema. Com imagens fabulosas, e transcrevo: O inicio de morte escorregando a vida
Como que por almotolia
. Muitíssimo bom, mesmo bué da fixe.

Somente uma pequena observação: derradeira e última não será demais?

Tens de ir ver as 40 novas medidas para combater a crise; lá na nossa Travessa

Bjs da Raquel e qjs para tu

João Raposo disse...

Se não houvesse a morte, para quê viver?

Álvaro Lins disse...

Falar de vida é falar de morte:)!
Gostei
Bjo