31 janeiro 2008
30 janeiro 2008

[blue]***[/blue] As melhores animações para Fadas
Fui deserto
Fui lago
Sou chuva
Fui vento
Coluna de um templo
Murmúrio do sol
espero no tempo
Velando o teu sono
aguardando o dia
Em que a Luz te traga
Inteiro, Completo
Peregrino da alma
28 janeiro 2008

Na densa floresta, existia uma gruta, emoldurada por fetos de grandes dimensões, resolvi caminhar até lá, nessa tarde solarenga.
Ao chegar à orla da densa mata, apercebi-me da escuridão fresca e convidativa que ante os meus olhos eu sentia repousante.
Segui o trilho, tantas vezes já por mim percorrido, o sol estendia os seus raios coados através das ramagens, levemente onduladas dos pinheiros e abetos, que em conjunto escondiam toda a beleza daquele lugar.
O chilrear dos pássaros ecoava em toda a parte. Dezenas de trinados harmoniosos formavam a mais bela orquestra para deleite do meu espirito.
Lugar mágico este – pensei.
(continua...)
Arroba
A pouca vergonha que se passa neste pais
Segundo a revista Focus (pág.25), a EDP conta com um novo assessor jurídico. Foi nomeado pelo ex-ministro António Mexia (actual presidente executivo da EDP) e vai ganhar cerca de EUR 10.000/mês
Quem é ele? Perguntam vocês...
Pensem um pouco... Mais um bocadinho...
Não era fácil:
Pedro Santana Lopes (MAIS UM JOB)
A opinião pública é fabricada por quem? Pela COMUNICAÇÃO SOCIAL.
-
E porque é preciso ter os jornalistas na mão.... O subsistema de saúde "dos fazedores de opinião" é INTOCÁVEL!!!
A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma comissão administrativa cuja presidente é a mãe do ministro António Costa (PS) e do Director-Adjunto da Informação da SIC, Ricardo Costa.
Maria Antónia Palla Assis Santos - como não tem o "Costa", passa despercebida...
O Ministro José António Vieira da Silva (PS) declarou, em Maio último, que esta Caixa manteria o mesmo estatuto!
Isso inclui regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública (ADSE), SNS e os outros subsistemas de saúde
. Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia (PSD) e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes
O filho de Miguel Horta e Costa (CDS-PPD), recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia (PSD) e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo (?) era remunerado de forma simbólica: 3.000 euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Outros exemplos avulsos, ainda na GALP:
-Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês;
- A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês...
- Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500.
- Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...
PESO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NA POPULAÇÃO ACTIVA (Dados de 2004)
(Fonte EUROSTAT, publicado no Correio da Manhã)
Suécia---------------- 33,3%
Dinamarca----------- 30,4%
Bélgica---------------- 28,8%
Reino Unido--------- 27,4%
Finlândia------------- 26,4%
Holanda-------------- 25,9%
França---------------- 24,6%
Alemanha------------ 24%
Hungria--------------- 22%
Eslováquia------------ 21,4%
Áustria---------------- 20,9%
Grécia---------------- 20,6%
Irlanda---------------- 20,6%
Polónia---------------- 19,8%
Itália------------------- 19,2%
República Checa--- 19,2%
PORTUGAL--------- 17,9%
Espanha-------------- 17,2%
Luxemburgo---------- 16%
Não há pois funcionários públicos a mais. Há sectores em falta e outros em excesso.
A reforma administrativa deverá começar por mudar o seguinte:
- Cada ministro deste e de outros governos tem, para seu serviço pessoal e sob as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e subsecretários de estado, chefes de gabinete, funcionários do gabinete, assessores, secretárias e motoristas) e 56 viaturas, apenas CINCO vezes mais que no resto da Europa.E a verdade que saiu do programa «Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio foi que temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito dinheiro.
Nestes dias, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu à opinião pública, foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função pública. Resulta que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de funcionários públicos na população activa.
Assim se informa e se faz política em Portugal.
Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos........................ 4.400, euros;
Medeiros Ferreira..................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ 2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró . .................... 2.800, euros;
Álvaro Barreto........................... 3.500, euros;
Vieira de Castro..........................2.800, euros;
Leonor Beleza . ........................ 2.200, euros;
Isabel Castro............................. 2.200, euros;
José Leitão................................ 2.400, euros;
Artur Penedos............................1.800, euros;
Bagão Félix............................... 1.800, euros.
(Vêem? Tadinhos destes "desconhecidos",
que se não fosse esta esmola estavam a comer na Mitra)
Quanto aos ilustres reintegrados , encontramos os seguintes:
Luís Filipe Pereira 26.890, euros / 9 anos de serviço;
Sónia Fortuzinhos 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço;
Maria Santos 62.000, euros /9 anos de serviço;
Paulo Pedroso 48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
(e ainda vamos ver se não vai receber indemnizações pelo processo Casa Pia);
David Justino 38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Ana Benavente 62.000 , euros / 9 anos de serviço;
M.ª Carmo Romão 62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes 62.000 , euros / 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000 euros cada !É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!!!!!!
Serão os políticos os únicos malandros?
Não! 9 em cada 10 aposentados com mais de 5.000 euros mensais foram juízes !!!Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro) com pensões de luxo:
São os seguintes os valores em Euros:
Janeiro
Ministério da Justiça
5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Março
Ministério da Justiça
7148.12 procurador-geral Adjunto Procuradoria-Geral República
5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
6082.48 Jurista CTT Correios Portugal AS
Abril
Ministério da Justiça
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5338.40 Procuradora-Geral Adjunta
Procuradoria-Geral República - Antigos Subscritores
6193.34 Professor Auxiliar Convidado
Maio
Ministério da Justiça
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Junho
Ministério da Justiça
5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Julho
Ministério da Justiça
5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Agosto
Ministério da Justiça
5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
Setembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
6758.68 Vice-Cônsul Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
Outubro
Ministério da Justiça
5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Novembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
5663.51 Presidente
Ministério da Justiça
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
5015.16 Professor Coordenador Inst. Superior Engenharia Lisboa
Vítor Constâncio governador do Banco de Portugal
ganha 272.628 € por ano, ou seja quase 3.894 contos MENSAIS, 14 meses/ano.
Outros ordenados chorudos do Banco de Portugal :
O Vice-governador, António Pereira Marta - 244.174 €/ano
O Vice-governador, José Martins de Matos - 237.198 €/ano
José Silveira Godinho - 273.700 €/ano
Vítor Rodrigues Pessoa - 276.983 €/ano
Manuel Ramos Sebastião - 227.233 €/ano
O Vice-governador, António Pereira Marta até acumula com o seu salário com a sua pensão como reformado … do Banco de Portugal.
Aliás, o Vítor Rodrigues Pessoa, também tem uma reforma adicional de 39.101 €/ano
Total 316.084 €/anoe o José Silveira Godinho também acumula com uma pensão do BP, mais 139.550 €/ano
Total 413.250 €/anoCampos e Cunha, ex-ministro das Finanças recebeu durante os dois meses em que esteve no Executivo 4600 euros mensais de ordenado e uma reforma de 8.000 euros do Banco de Portugal.
juízes dizem que vão para a greve, nós começamos a perceber porquê...
António Marinho (Jornal Expresso 17 de Setembro) refere os seguintes privilégios dos magistrados :
1) Recebem um subsídio de renda de casa no valor de 700 EUR mensais, mesmo que residam em casa própria. E, se forem casados com outro magistrado, habitando em casa própria cada um deles recebe esse subsídio (logo, 1400 EUR). A situação atinge mesmo o absurdo já que até os magistrados aposentados ou jubilados incorporam esse subsídio nas suas reformas (!?), nas mesmas condições dos que se encontram no activo. Mais ainda: O subsídio de renda de casa dos magistrados está isento de IRS, após acórdão do STA, ou seja, decisões dos magistrados. Será possível que alguém possa auferir uma remuneração permanente, que essa remuneração entre no cálculo da reforma, mas que esteja isenta de IRS?????
2) Os magistrados do Supremo Tribunal Administrativo, do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional que residam fora da área da Grande Lisboa recebem ajudas de custo precisamente quando se deslocam para o seu local de trabalho. A situação torna-se tanto mais incompreensível quanto é certo que os referidos magistrados usufruem de viagens totalmente gratuitas em todos os transportes públicos terrestres e fluviais, incluindo os comboios Alfa.
Aeroporto da Ota
Miguel Sousa Tavares)
Uma história de 2 aeroportos:
Áreas:
Aeroporto de Malaga: 320 hectares
Aeroporto de Lisboa: 520 hectares.
Pistas:
Aeroporto de Malaga: 1 pista,
Aeroporto de Lisboa: 2 pistas.
Tráfego(2004):
Aeroporto de Malaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento, 7% a 8% ao ano.
Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano.
Soluções para o aumento de capacidade:
Malaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista.
Lisboa: 1 novo aeroporto, 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade.
E o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espirito. Ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto? E preciso fazer alguma coisa.
(créditos Tiagogmail)
Ministro da Saúde Correia de Campos
publicadas em resposta ao "País das Telenovelas"
http://q3.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/8169&va=399705#399705
O Povo já fala e teme
Com medo que lhe aconteça
Ter de chamar o INEM
No caso duma doença
Esta senda de horrores
Só para poupar dinheiro
É ideia de doutores
Com apoio dum engenheiro
Estas são agora as normas
Só há que obedecer
Para poupar nas reformas
Se a velhada morrer
Se a doença te ataca
Sem apoio de doutores
Podes morrer numa maca
Lá por esses corredores
Muita sorte terás tu
É a verdade crua e nua
Se não te puserem nu
Numa maca lá na rua
Tudo isto é bem sinistro
E estranha esta atitude
Do nosso primeiro ministro
E do ministro da saúde.
Almart
26 janeiro 2008
25 janeiro 2008
Rua do Sol ao Alto

[blue]***[/blue] As melhores animações para Fadas
Passei na Rua do Sol ao Alto e entrei na loja do “homem dos animais”.
È que vi na montra uma gaiola de grades douradas, daquelas gaiolas lindas onde as grades são de ouro puro com comedouros de cristal.
Gaiolas adequadas para oferecer a almas que encantam pássaros de bico amarelo.
Para que quereria ele uma gaiola destas se os pássaros de várias cores cantam melhor em liberdade?
A não ser que....
- Espera!
Não me digas que era uma gaiola de cristal? Em que cada poema trinado por um pássaro de bico amarelo teria a frequência do paraíso?
Como seria belo ter vários pássaros a cantar dentro de uma gaiola de cristal?
Sei de um sítio onde existem gaiolas destas!
Na rua do Sol ao Alto, no começo de cada madrugada, se abrires a tua janela e escutares a tua alma , milhares de pássaros de bico amarelo cantarão só para ti.
Acabei agora mesmo de ouvir o belo trinado de um...
O País das telenovelas.

blog:http://cotaonoumbigo.blogspot.com
(créditos da imagem)
O país das telenovelas!
O responsável por um dos mais fabulosos guiões veio hoje a público garantindo que “esta situação do INEM é extraordinária, mas reconhece que há muito trabalho a fazer para melhorar os serviços de emergência”
Favaios já não é por excelência só conhecido por produzir um dos melhores vinhos licorosos o denominado “Moscatel de Favaios”, agora sim também fazendo parte do elenco de uma co-produção audiovisual na telenovela com o título “nem Santo António nos vale.”
Em Castedo, no Bairro de Santo António, a “sorte” do falecido foi já estar morto, caiu célere pelas escadas e finou-se sem precisar do CODU, INEM ou mesmo das VMER!!!
Imaginem só a sorte do Senhor Ministro (que entre dentes deve ter murmurado: escapei-me desta , o homem afinal morreu sozinho – Safa!
Em Aveiro o “outro” caiu estatelado no chão e, como se não bastasse, levou com a maca em cima – traumatismo craniano – toda esta “cena” passou-se nos corredores da Urgência do Hospital ....aguardemos as cenas dos próximos capítulos...( não sei porquê lembra-me os corredores da morte. Adiante!
“A polémica surgiu quando os bombeiros de Alijó e Favaios foram solicitados para uma emergência a meio da noite pelo CODU - Centro de Orientação de Doentes Urgentes. Aparentemente, os operacionais de serviço não souberam lidar muito bem com o caso. Os responsáveis pelas corporações de Favaios e Alijó acreditam que houve um mal entendido.”
Pois!....Vila Real nem sabia onde era Castedo (ainda se fosse Castelões). Favaios está sozinho (tudo dorme o merecido sono numa noite fria de inverno, para além de que, a Corporação de Bombeiros é Voluntária ).
Alguém me explica como sai uma viatura de emergência médica só com um condutor?
Nada “disto” é importante quando o bombeiro diz que nem caneta tem!!!! – Excelente guião este!!!
Mas eu não quero fazer parte deste elenco!!!! O senhor Ministro Correia de Campos diz que :”estamos a cobrir o país com ambulâncias”....esqueceram-se de umas quantas coisas....
Canetas, mapas, e ai! .recuso-me a continuar a escrever esta palhaçada!
SENHOR MINISTRO:
Demita-se! (antes que lhe dê um AIT ou AVC e o CODU o INEM e o VMER não se entendam por falta de coordenação e de meios materiais e humanos) .
Deixe o povo em paz e não chateie o Presidente da Câmara de Anadia, e outros que tais, saia devagarinho pela porta dos fundos e vá gozar a choruda reforma a que tem direito (coisa que não sei quantos milhões de portugueses que votaram no PS não vai ter direito NUNCA!
Graças a Deus que não votei em si, mas.. não sei se me safo do CODU e a culpa é do Satanás que deve ter uma quota parte lá para os lados do INEM (agora transformado em Inferno).
A propósito, que teria acontecido ao “outro” que esperou 50 minutos em Odemira se o acidente de trabalho fosse de maior gravidade??
Ah! E a grávida a quem foi diagnosticado um feto morto ás 11 semanas?
Ainda existem milagres! Não é que a criancinha conseguiu vingar e vencer o sistema (até aqui) e está viva, de boa saúde segundo as ultimas ecografias e o olhar pasmado da médica e da mãe!
Entretanto a conscienciosa médica do Hospital Amadora Sintra.....volatilizou-se....!!!!
Aguardem ..vêem aí mais profissionais de saúde..parece-me que do Uruguai (gargalhada sonora). E o nossos "João Semana", estarão no deserto criado pelo Mário Lino???
Tudo isto seria uma telenovela cómica....se não fosse trágica !
21 janeiro 2008
20 janeiro 2008
Bichinho de conta

Meu bichinho de conta
que vive a rolar
Enrolado em si
Enrolado em mi
Pulsando forte
Na palma da mão
Bichinho de conta
Conta a conta
Contando um conto
Fechado e aberto
Redondo e brilhante
No meu coração
De bicho de conta
Conto de bichos
Sem conta nenhuma
Apenas um conto
Fechado e aberto
Sem fecho algum
De contas perdidas.
O Bicho-da-conta é membro da subordem Oniscidea da ordem Isopoda e constituem o maior grupo de crustáceos verdadeiramente terrestres, pertencentes a super família Oniscoidea, que possuem a capacidade de se enrolarem como uma bola o que fornece protecção e auxilia na redução da perda d’água por evaporação.
São pequenos animais terrestres de corpo comprido, normalmente acizentado ou rosado, que vive em locais húmidos, debaixo das pedras ou detritos vegetais. Algumas espécies, quando ameaçadas, enrolam-se numa esfera quase perfeita. Alimentam-se de vegetais apodrecidos
A caverna

Pergunto-me porque foges?
Porque te escondes nesse fosso
De dor
De desamor
Caverna de escuridão e
de silêncio.
Onde te afundas
em ira raivosa e surda.
Conseguisse eu
com a força do beijo
das palavras entrelaçadas
tecer uma corda de sinais.
Que te traga á luz do dia
Não te despenhes tu
Nos rochedos sombrios
Que a tua alma traiçoeira
Coloca no caminho.
Ergue o teu corpo e olha
Na entrada da caverna
Há um tufo de flores
Perfumadas.
Que nascem todas as primaveras
Esperando
Que saias para as colher.
Não recuses a esperança
Não mates a seiva verde.
Que me corre nas palavras
Apanha o verbo
e vive!
16 janeiro 2008
Missão Impossível
Em 20 de Fevereiro de 1745, Alexandre de Gusmão, secretário de D. João V, advertia o desembargador Inácio da Costa Quintela de que as leis "nunca devem ser executadas com aceleração", pois "nos casos crimes sempre ameaçam mais do que na realidade mandam, devendo os ministros executores delas modificá-las em tudo o que lhes for possível, principalmente com os réus que não tiverem partes; porque o legislador é mais empenhado na conservação dos vassalos do que nos castigos da Justiça e não quer que os ministros procurem achar nas leis mais rigor do que elas impõem". E concluía: "Deste modo de proceder ordena S. Majestade se abstenha e que esta lhe sirva de aviso."
Ocorreu-me isto ao ler o que o inspector- -geral da ASAE diz numa entrevista ao Sol. Para ele, tudo são regulamentos a aplicar, com uma aceleração maquinal e implacável, e sem ter em conta os contextos concretos ou a situação do País. E tirar-nos da cauda da Europa é ser-nos indiferente que outros países não façam assim, mantenham a sua culinária tradicional e salvem as suas actividades de restauração.
Numa economia em crise, 50% dos restaurantes, regra geral pequenas empresas que asseguram um pouco por toda a parte a subsistência familiar e alguns postos de trabalho, não cumprem integralmente os regulamentos e assim, segundo o inspector-geral, têm de fechar.
Mesmo que o desemprego, a desertificação, os prejuízos para o turismo e até a fome sejam males muito superiores aos decorrentes de uma série de minudências a que a ASAE franze o nariz. Tanto zelo executório deveria ser temperado pelo bom-senso e pelas normas, nacionais e internacionais, que impõem o maior respeito pelas tradições culturais, em que se inclui a gastronomia com a imensa variedade das suas propostas e a artesanalidade necessária da sua confecção, requisito essencial da genuinidade, da tipicidade e da qualidade. Uma coisa é reprimir infracções verificadas (falta de limpeza, mixórdia, deterioração, gato por lebre, fuga ao fisco...) e responsabilizar exemplarmente os seus autores, outra é querer preveni-las em absoluto e em abstracto, metendo insensatamente no mesmo saco tanto o que pode ser muito grave como o que não tem importância nenhuma. Uma coisa é o controlo de regras básicas de higiene e segurança alimentar, outra o vezo inquisitorial sem critério ou discriminação, em nome do politicamente correcto, da rastreabilidade e do Estado da colher de pau. A carne fica oito a dez dias em vinha de alhos, numa receita de Lamego; a perdiz é de comer "com a mão no nariz"; a caça não sai propriamente dos matadouros; a temperatura das mãos que amassam certos queijos artesanais é determinante da sua qualidade; há vinhos que envelhecem em barricas de madeira de há muito impregnadas; a culinária caseira, só viável como actividade de subsistência se fornecer restaurantes (o que, aliás, o fisco pode sempre controlar), é um repositório riquíssimo que inevitavelmente se perderá se não puder continuar nos termos em que existe; e assim por diante... Se tudo isso e muito mais for proibido, ou plastificado, liofilizado, higienizado até ao ridículo, nem por isso aumentará a segurança alimentar, mas em compensação dar-se-á uma destruição obstinada e sistemática do património cultural e do tecido económico. Esse fundamentalismo de sinal totalitário tem tanto de delirante como de missão impossível. A menos que, um dia destes, a ASAE resolva mandar os clientes andarem sem sapatos nos restaurantes e criar uma inspecção para o teor dos sulfatos de peúga; verificar com uma zaragatoa, à entrada, a limpeza das mãos deles e se trazem as unhas de luto; impor uma lavagem do dinheiro em espécie e dos cartões de crédito antes de entregues para pagar a conta; proibir toalhas e guardanapos de pano nas mesas; obrigar os empregados a usarem escafandro e o cozinheiro a encapuzar-se para evitar que espirre para cima do esparguete; e, last but not least, determinar a imprescindível desinfecção do cu da galinha antes de ela pôr os ovos...
15 janeiro 2008
Partida
Através de finos fios, translucidos
percorrendo orientes desconhecidos
deixou olhos de água no caminho,
e pérolas brotando.
Récitas de poesia adormecida
beijando o verso mansamente
e o meu olhar perdido em ti.
Deixaste a brisa da alma
e todo o toque e som
se uniram
numa melodia silenciosa e infinita.
Para sempre fica a réstea
da paisagem amada
marca saudosa de travo
doce e amargo.
Ferro marcado no corpo.
Ferida aberta no espirito.
Assim partiste embalado
pelo mármore da eternidade.
Ficou a recordação
um jardim com grades
e eu,
solitária na paisagem
sem fronteiras.
11 janeiro 2008
Abrir as cortinas de branca névoa
encontrar-me numa ilha
de palavras.
Rasgar o som do silêncio
e fazer-te ecoar dentro da minha voz
Pudesse eu tocar-te como quem sente
tanger as cordas da minha viola
olhando serena a melodia
que escapava dos teus dedos
pudesse eu , imortalizar-te
na memória da minha alma
e eternamente seríamos um só!
06 janeiro 2008
DO OPUS DEI À MAÇONARIA - A INCRÍVEL HISTÓRIA DO BCP, por Miguel Sousa Tavares
por Miguel Sousa Tavares
05/01/2008 artigo de 29 de Dezembro do "Expresso".
Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste «case study», para que ao menos afalta de vergonha não passe impune.1. Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples:cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demaisnegócios do respectivo grupo. Com o 15 de Abril e a nacionalização sumária de todaa banca, entrámos num período revolucionário' em que "a banca ao serviço do povo" se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e malencarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grandefavor.
Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas porprofissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de umMBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de factomandava eram os administradores — que não tinham capital, mas tinham «knowhow».
Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo "engenheiro" — à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim queachou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (edinheiro).2. Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás doúnico banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, eranecessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudessepassar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas poucorecomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções dopróprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados peranteas perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em «off-shores» para comprarem acções do banco,cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta formaexemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão — aliás, com o dinheiro dos depositantes —e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucrosnão declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declaravalucros astronómicos, pêlos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem.
E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médiaspoupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercadosestavam muito mal.3. Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais eengolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida "renovação" anunciada nãopassava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que sediria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-setornado determinante no processo de escolha da nova administração... doconcorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administraçãodo banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos osdias...4. Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo — o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país —protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a suacolecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. Eassim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhõespara um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e daadministração, gente que se prestara ao esquema das «off-shores», que igualmenteviam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.5. E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava:aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave como, por exemplo, a própria falência, a prazo.6. Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendadorBerardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, aoque consta, alguém em representação do doutor «honoris causa» Stanley Ho — aquem tantos socialistas tanto devem e viceversa.E, entre todos, congeminam um «take over» sobre a administração do BCP,com o «agrément» do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. VítorConstando, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que nãorestassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa 'dr.')— esse expoente políticoe bancário que o país inteiro conhece e respeita.7. E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político — e logo o doGoverno. E eis como um banco, que era tão cristão, tão «opus dei», tão boasfamílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria. 8. E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição?Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pedee vai receber, porque há 'matérias de regime' que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governointeligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena deos escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família doBloco Central.Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos,ouvimos e lemos. E foi tal e qual.
05 janeiro 2008
Os Templários em Portugal
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Gualdim Pais (Amares, 1118 - Tomar, 1195), cruzado português, Freire Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques (1128-1185), foi o fundador da cidade de Tomar.
Filho de Paio Ramires e de Gontrode Soares, combateu ao lado de D. Afonso Henriques contra os mouros, vindo a ser ordenado Cavaleiro pelo soberano no campo de Ourique (1139).
Partiu depois para a Palestina, onde militou durante 5 anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado do cerco à cidade de Gaza.
Ao retornar, foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal (1157), então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 por doacção de D. Teresa. Fundou, nessa capacidade, o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo (1160), que se tornou o Quartel-General dos Templários no país, dando foral à nova vila no ano de 1162.
Também fundou o Castelo de Almourol, o da Idanha, o de Ceras, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174.
Cercado em 1190 em Tomar pelas forças Almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra esse efetivo numéricamente superior, detendo assim a invasão do norte do Reino por esta parte.
Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria do Olival.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gualdim_Pais
Gualdim Pais foi o quarto Mestre dos Templários em Portugal. Nasceu provavelmente em Amares, nos arredores de Braga, em 1118, filho de Paio Ramires, um cavaleiro nobre do Condado Portucalense, que apoiaria D. Afonso Henriques na rebelião contra a sua mãe, D. Teresa, em 1128.
Cresceu na companhia de D. Afonso Henriques, que o ordenou cavaleiro na Batalha de Ourique em 1139.
Seguiu depois em cruzada à Palestina, onde permaneceu 5 anos, distinguindo-se no cerco a Gaza.
Após o regresso, aparentemente já como Templário, combateu nas lutas pela reconquista do território entre Coimbra e Leiria, então a fronteira com as terras sob domínio Mouro.
Por volta de 1152, D. Afonso Henriques nomeou-o Comandante ou Mestre da casa da Ordem em Braga (primeiro quartel-general dos Templários).
Assumiria, quatro anos depois, em 1156, o cargo de Grande Mestre da Ordem do Templo, com a missão de defender a região entre Soure e a fronteira do Rio Tejo.
http://tomar.weblog.com.pt/arquivo/021658.html
Gualdim Pais
(Braga 1118 - Tomar 1195)
D. Gualdim Pais (Gaudinus, Galdinus ou Gualdinus, em latim), Grão-Mestre da Ordem do Templo em Portugal, de 1157 a 1195, foi o fundador do Castelo de Tomar.
A sua vida
Filho de Paio Ramires e de Gontrode Soares, nasceu na região do Minho, a norte de Braga, em 1118.
Foi criado no mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e ficou muito cedo ao serviço do futuro Rei, D. Afonso Henriques, combatendo ao lado dos seus irmãos de armas, os cavaleiros Mem Ramires e Martim Moniz, em todas as batalhas contra os Mouros para conquistar o reino. Torna-se ilustre durante a tomada de Santarém, em 1147, e durante a de Lisboa, em 1149, antes de embarcar para a Palestina, onde participa no Cerco de Gaza, em 1153.
A sua imponência e o seu porte de guerreiro e de chefe realçam ainda mais o prestígio que lhe conferem as suas extraordinárias qualidades de combatente e de organizador. A sua estadia no Oriente permitiu-lhe aperfeiçoar a sua já comprovada experiência militar e, quando regressa da sua Cruzada, conhece já a missão que o espera. Em 1157, é nomeado o quarto Grão-Mestre da Ordem do Templo em Portugal, na época, sediada em Braga.
A Ordem Militar dos Templários foi fundada em Jerusalém, no ano de 1118, com a finalidade de guardar as lugares santos da Palestina. Assente numa disciplina de vida monástica e ascética, esta milícia logo se instalou em Portugal para ajudar na luta nacional de aquisição dos territórios que se localizavam a sul do Tejo.
Godofredo de Saint-Omar e Hugo de Payens, os primeiros templários de referência, apoiados na regra de S. Bernardo, assumem como vestuário o hábito branco com uma cruz vermelha gravada e aceitam que a actividade se estenda a Península Ibérica: também aqui há "infiéis" e por aqui transitam muitos peregrinos que se dirigem a Terra Santa.
Por isso, em Portugal, a sua ajuda remonta ao início da nacionalidade e logo foi recompensada com doações de terras e com a administração de castelos. A sua contribuição tornou-se mais significativa em tempo de D. Afonso Henriques a auxiliaram na conquista de Santarém, por exemplo (1147). Por isso o primeiro rei português lhes atribuiu a salvaguarda de uma linha que, de Coimbra a Castelo Branco, se orientava pelo curso dos rios Zêzere e Tejo. Naturalmente, escolheram para sede e capítulo da Ordem a castelo que edificaram em Tomar, em tempo do célebre mestre D. Gualdim Pais, e edificaram o castelo de Almourol, no meio do curso do rio.
Diz-se que guardavam profundo silêncio antes de iniciarem qualquer combate. Guiados pela sua bandeira "a balsa" de cores negra e branco, com cruz, a vermelho, capeando a meio, em recorte de braços curtos, os Templários lutavam tropas especiais. Foi assim que conciliaram a estima de poderosos e humildes e a confiança que geravam fizeram-nos guardadoras das riquezas de reis poderosos da cristandade. Daí a fama de paralelamente, serem seguros banqueiro o seu poderio internacional vai ser interrompido pelo rei francês Filipe o Belo, cobiçoso da riqueza acumulada pelos templários, também guardiões financeiros do ocidente cristão europeu. O Papa Clemente V cedeu à cabala montada pelo rei francês e aceitou que Guilherme de Nogaret fosse o instrumento de acusações várias: heresia, sacrilégio, censura, infâmia de costumes. Seguiu-se a prisão em massa dos templários, depois torturados e executados na fogueira. Por bula papal, a Ordem acabou suprimida em 1312.
Foi diferente a posição régia em Portugal. Abriram-se inquéritos à conduta nacional dos Templários, fizeram-se interpretações acerca do alcance da jurisdição régia sobre os bens da Ordem, O rei português entendeu-se com o rei de Castela e concluiram pela inocência dos freires-cavaleiros, pelo que se substituiu a Ordem do Templo pela Ordem Cristo (1319), numa criação do rei D. Dinis. Assim foi possível preservar ideal e a pratica expressa na divisa que orientava os Templários: Nonnobis Domine, nonnobis, sedNominituu da Gloriam (Não a nós Senhor, não a nós! mas dá gloria ao Teu Nome!). A riqueza da nova Ordem serviu de suporte financeiro à aventura dos Descobrimentos em tempo do Infante D. Henrique, que foi seu administrador.
http://www.geocities.com/crdpldl35/Templarios.html?1033255088232
04 janeiro 2008
PACHEBEL´S CANON IN D
Os meus 3 desejos para 2008:
1- aceitar o que não pode ser mudado...
2- coragem para corrigir o que pode ser mudado...
3- capacidade de discernir entre essas situações!
Citação:
Não te tocar,
não pedir um abraço,
não pedir ajuda,
não dizer que estou ferida,
que quase morri,
não dizer nada,
fechar os olhos,
ouvir o barulho do mar,
fingindo dormir,
que tudo está bem,
os hematomas no plexo solar,
o coração rasgado,
tudo bem.
(Caio Fernando Abreu)
Caixa Geral de Depósitos Os Vampiros do Século XXI (não são os únicos)
Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e rádios....Porque será???
Caixa Geral de Depósitos Os Vampiros do Século XXI (não são os únicos)
"Antes de magoar um coração, veja se não está dentro dele."
Eles comem tudo e não deixam nada...
- Os Vampiros do Século XXI ou o Socialismo Moderno
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem. As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
(Fontes desconhecidas, mensagens dum grupo privado)
03 janeiro 2008
Morte de idosa na urgência é responsabilidade de Sócrates
Morte de idosa na urgência é responsabilidade de Sócrates
Para o bastonário da Ordem dos Médicos, a morte de uma idosa na urgência do Hospital de Aveiro deve ser assacada a José Sócrates e ao Governo, e não à unidade de saúde e seus profissionais.«Que fique bem claro que a responsabilidade do que se passa no terreno é da errada política de Saúde do Governo.
É ao primeiro-Ministro José Sócrates que devem ser imputadas responsabilidades», afirmou hoje em comunicado o bastonário em exercício, José Manuel Silva, citado pela Lusa.
«Tal como a Ordem dos Médicos tem insistentemente chamado a atenção, as urgências hospitalares estão a funcionar para além do limite das suas capacidades para atender os doentes, com qualidade, humanidade e rapidez. É óbvio, portanto, que a responsabilidade do que aconteceu não pode ser imputada ao Hospital de Aveiro e aos seus profissionais de saúde», sublinhou. No comunicado, que se refere ao caso de uma idosa que faleceu terça-feira no serviço de urgência do Hospital de Aveiro sem ter sequer recebido assistência médica, o bastonário endereça as condolências aos familiares da vítima e questiona quantos casos já terão acontecido no anonimato. A doente deu entrada na urgência do Hospital de Aveiro pelas 14h00, tendo-lhe sido atribuída a cor amarela na fase de triagem, o que significa que teria de ser observada por um médico no espaço de uma hora. Quando, às 17h45 - três horas e 45 minutos após ter dado entrada -, ia finalmente ser observada por um clínico, já estava morta. José Manuel Silva salienta que a Ordem «tem denunciado as dramáticas consequências para o Serviço Nacional de Saúde e para os doentes do estranhamente acelerado encerramento dos recursos disponíveis para o atendimento de proximidade em situações de urgência/emergência».
Para o bastonário, «não é possível continuar com mais encerramentos e devem ser reabertos alguns dos locais já encerrados, até a lenta reforma dos cuidados de saúde primários produzir alguns efeitos», e devem ser concretizadas outras medidas, como alargar a reforma dos cuidados continuados, ser conhecida a rede de emergência pré-hospitalar e a rede de referenciação das urgências ser divulgada e operacionalizada.


